Assinale a(s) notícia(s) que você considerar verdadeira(s).
• FINALMENTE!!!! Chegou o dia da primeira apresentação da Orquestra Manguefônica no Circo Voador. O preço está caro para a tradição da casa (R$ 30) e, ainda por cima, não haverá flyer com direito a desconto no ingresso.
• Pior ainda é o preço do show de lançamento do cd/dvd “In Cité”, do Lenine, no Canecão: R$ 60 (o mais barato).
• Enquanto isso, o Governo recomenda preços baixos para combater a pirataria (demorou, hein!).
• Entram hoje em cartaz, nos melhores cinemas, duas boas apostas brasileiras: "Jogo Subterrâneo" (com a ótima Maria Luiza Mendonça) e "Quase Dois Irmãos" (com o sinistro Caco Ciocler).
• Volta hoje ao palco da Fundição Progresso a peça “A caminho de casa”, com a Cia. Armazém de Teatro. No Sérgio Porto, reestréia “No retrovisor”, de Marcelo Rubens Paiva, com Marcelo Cerrado e Otávio Müller.
• Neste final de semana, rola feira Rio Zen 2005, no MAM, com mais de 100 stands de trecos naturais, sessões gratuitas de shiatsu (oba!) e outras terapias orientais, exposição de artesanato, oficinas de reciclagem, yoga para crianças, etc., por R$ 10 ou R$ 5.
• Terça-feira, a banda Biquini Cavadão – a banda dos caras que (dizem eles) já estavam na Lua quando os astronautas chegaram por lá – comemora 20 anos de carreira com show de graça na Modern Sound.
• Quem perdeu o De Falla no Circo Voador, em janeiro, terá outra chance na próxima quarta-feira, no Teatro Odisséia, por R$ 16 e R$ 12 com flyer ou até as 21h30.
• Quinta-feira no teatro Carlos Gomes, começa o festival internacional de percussão Tim PercPan (entre outras atrações, Marcos Suzano e Adriana Calcanhoto), por R$ 20.
• Inventado Super Bark Stop: aparelho que faz cachorro parar de latir.
RESPOSTAS:
O dia 1º de abril é o “dia dos bobos” para quem conta ou para quem cai nas mentiras?
Em todo caso, todas as afirmativas acima são verdadeiras.
FESTAS (Para quem não quiser cair na mentira, mas quiser cair na gandaia...):
•Dodô Mundi, na Bukowski, hoje, às 23h, por R$ 12.
•Sexta sem caô, na loja Plano B (R. Francisco Muratori), hoje, às 19h, for free: RAP E RAGGA.
•Pessoas do Século Passado, sábado, na Casa Rosa.
•Take it Easy: Lounge ao ar livre, no Quiosque Número Hum, na Lagoa, domingo, às 19h, por R$ 4,50.
•A próxima Loud! será na sexta-feira, dia 08 de abril, no Jockey Club (?!). As atrações serão divulgadas em breve. Isso sim parece mentira...
sexta-feira, 1 de abril de 2005
segunda-feira, 28 de março de 2005
Feriadão diferente
Muito pequena, meus pais me ensinaram que no feriado da Semana Santa a gente não pode ir a festas ou ouvir música alta por causa da morte de um Cara aí que foi muito importante para a história da humanidade (tanto que ela foi dividida em antes e depois do nascimento Dele).
Crescida, com minha própria casa, mantenho algumas tradições, faço algumas concessões. Não ouço música alta, mas o aparelho de som nunca (nunca mesmo!) fica desligado.
Nem sei se acredito na história toda, mas ainda reservo à data algum respeito, como se alguém querido da vizinhança tivesse morrido. E isso é tudo.
A parte mais divertida do feriadão santo é uma tradição que não pode se perder: malhar o Judas. Na infância, adorava estraçalhar os bonecos de trapo na rua. Exorcizava toda a minha maldade (ou boa parte dela, afinal tinha que guardar um pouco para o resto do ano) no pobre Judas – que, mesmo com as aulas de catecismo, nem sabia muito bem quem era...
Na 2ª Semana Cultural em Santa (que também inclui a Lapa), a malhação do Judas acontecerá no Curvelo, no Parque das Ruínas e no Largo das Neves, com participação do bloco Gigantes da Lira, do grupo Valdevinos de Oliveira e outros. Em Santa Tereza, manifestações religiosas e eventos culturais (leia-se música, poesia e teatro – www.clandesign.com.br, para a programação completa) acontecem juntos em praças, bares e restaurantes.
Mas o resto da humanidade carioca não está nem aí para quem morreu ou quem vai ressuscitar daqui a algumas horas. Então, a festa continua rolando solta. A balada virou o novo jeito de malhar o Judas (podiam fazer uma festa temática sobre isso!). Dêem só uma olhada no que há de bom pra fazer.
Sexta-feira:
Na Semana Cultural em Santa, apresentação da Folia de Reis da Mangueira, às 15h, no Largo das Neves e do Cortejo da Paixão, com o bloco Céu da Terra, na rua Dias de Barros, às 18h. À noite, a festa Ploc invade o Circo, com a banda Perdidos na Selva – com a talentosa Vivian Belfort (da banda Clarin Diário) nos vocais.
Noite de Rock na Fosfobox, com Tito, Edinho e José Roberto Mahr nas carrapetas, e a já tradicional Alien Nation, no OZ Club (Rua da Carioca, 54).
De volta a Santa Tereza (Almte. Alexandrino, 264), por R$ 5,00, rola techno na Sublime. Tem Dodô na Bukowski (oba!).
Sábado:
Às 17h, a festa Operation Party, bota novas bandas cariocas (Sea Food Dead e Super Saiajeans, entre outras) pra ensurdecer os vizinhos da Visconde Silva, em Botafogo.
Enquanto isso, em Santa Tereza, o bloco Céu da Terra desfila até o Largo dos Guimarães, onde encontra o (maravilhoso) Rio Maracatu que segue ao encontro do Carmelitas, no Curvelo. Juntos descem até a Lapa onde a badalada Orquestra Imperial receberá Wilson das Neves e Jorge Mautner, com discotecagem do Dj Marlboro nos intervalos.
Mais uma festa 80’s na área (tá ficando óbvio, hein!) – Ploc Pac Man, no OZ Club, com o DJ Wilson Power (Alien Nation).
Tem Dodô e André da Lagoa na festa Pessoas do Século Passado, na Casa Rosa (oba!).
Domingo:
Os nonsense-at-all Rogério Skylab e Zumbi do Mato estarão no festival Tomarock, no Barracão Show Beer (Rua Itabira, 352), às 15h, em Caxias.
Festa B.U.M. – Brazilian Underground Movement – de música eletrônica, na Praça do Granito, em Anchieta, às 16h. Leve um quilo de alimento não-perecível.
Bandas novas de Brasília, São Gonçalo e Nikiti se apresentam no festival Brasília in Rio, às 18h, no Convés Bar (Gragoatá), em Niterói.
Quarta-feira:
PATIFE na festa Movement, na Bunker (oba!).
Lembretes:
•Último domingo do mês = teatros da prefeitura a um mango
•Última semana para ver a obra de Jackson do Pandeiro no Teatro, na sala Baden Powell.
•A exposição Descubra e Divirta-se (Casa de Ciência da UFRJ) foi prorrogada até junho.
•No próximo final de semana, NAÇÃO ZUMBI & MUNDO LIVRE, no Circo, e LENINE, no Canecão. (Será que o coração agüenta???)
•No dia 8 de abril, a Skol leva ao MAM o festival Identidade Nacional, com Cidade Negra, Farofa Carioca, Ivo Meireles & Funk’n Lata, Rio Maracatu, MPB Samba e Trilogia Carioca.
•Djavan, no Olimpo, dia 16 de abril
•A partir do dia 22 de abril, mega evento Skol Stage, em seis cidades do Estado do Rio, O Rappa comanda todas as noites e leva convidados especiais.
E viva a cerveja...
Crescida, com minha própria casa, mantenho algumas tradições, faço algumas concessões. Não ouço música alta, mas o aparelho de som nunca (nunca mesmo!) fica desligado.
Nem sei se acredito na história toda, mas ainda reservo à data algum respeito, como se alguém querido da vizinhança tivesse morrido. E isso é tudo.
A parte mais divertida do feriadão santo é uma tradição que não pode se perder: malhar o Judas. Na infância, adorava estraçalhar os bonecos de trapo na rua. Exorcizava toda a minha maldade (ou boa parte dela, afinal tinha que guardar um pouco para o resto do ano) no pobre Judas – que, mesmo com as aulas de catecismo, nem sabia muito bem quem era...
Na 2ª Semana Cultural em Santa (que também inclui a Lapa), a malhação do Judas acontecerá no Curvelo, no Parque das Ruínas e no Largo das Neves, com participação do bloco Gigantes da Lira, do grupo Valdevinos de Oliveira e outros. Em Santa Tereza, manifestações religiosas e eventos culturais (leia-se música, poesia e teatro – www.clandesign.com.br, para a programação completa) acontecem juntos em praças, bares e restaurantes.
Mas o resto da humanidade carioca não está nem aí para quem morreu ou quem vai ressuscitar daqui a algumas horas. Então, a festa continua rolando solta. A balada virou o novo jeito de malhar o Judas (podiam fazer uma festa temática sobre isso!). Dêem só uma olhada no que há de bom pra fazer.
Sexta-feira:
Na Semana Cultural em Santa, apresentação da Folia de Reis da Mangueira, às 15h, no Largo das Neves e do Cortejo da Paixão, com o bloco Céu da Terra, na rua Dias de Barros, às 18h. À noite, a festa Ploc invade o Circo, com a banda Perdidos na Selva – com a talentosa Vivian Belfort (da banda Clarin Diário) nos vocais.
Noite de Rock na Fosfobox, com Tito, Edinho e José Roberto Mahr nas carrapetas, e a já tradicional Alien Nation, no OZ Club (Rua da Carioca, 54).
De volta a Santa Tereza (Almte. Alexandrino, 264), por R$ 5,00, rola techno na Sublime. Tem Dodô na Bukowski (oba!).
Sábado:
Às 17h, a festa Operation Party, bota novas bandas cariocas (Sea Food Dead e Super Saiajeans, entre outras) pra ensurdecer os vizinhos da Visconde Silva, em Botafogo.
Enquanto isso, em Santa Tereza, o bloco Céu da Terra desfila até o Largo dos Guimarães, onde encontra o (maravilhoso) Rio Maracatu que segue ao encontro do Carmelitas, no Curvelo. Juntos descem até a Lapa onde a badalada Orquestra Imperial receberá Wilson das Neves e Jorge Mautner, com discotecagem do Dj Marlboro nos intervalos.
Mais uma festa 80’s na área (tá ficando óbvio, hein!) – Ploc Pac Man, no OZ Club, com o DJ Wilson Power (Alien Nation).
Tem Dodô e André da Lagoa na festa Pessoas do Século Passado, na Casa Rosa (oba!).
Domingo:
Os nonsense-at-all Rogério Skylab e Zumbi do Mato estarão no festival Tomarock, no Barracão Show Beer (Rua Itabira, 352), às 15h, em Caxias.
Festa B.U.M. – Brazilian Underground Movement – de música eletrônica, na Praça do Granito, em Anchieta, às 16h. Leve um quilo de alimento não-perecível.
Bandas novas de Brasília, São Gonçalo e Nikiti se apresentam no festival Brasília in Rio, às 18h, no Convés Bar (Gragoatá), em Niterói.
Quarta-feira:
PATIFE na festa Movement, na Bunker (oba!).
Lembretes:
•Último domingo do mês = teatros da prefeitura a um mango
•Última semana para ver a obra de Jackson do Pandeiro no Teatro, na sala Baden Powell.
•A exposição Descubra e Divirta-se (Casa de Ciência da UFRJ) foi prorrogada até junho.
•No próximo final de semana, NAÇÃO ZUMBI & MUNDO LIVRE, no Circo, e LENINE, no Canecão. (Será que o coração agüenta???)
•No dia 8 de abril, a Skol leva ao MAM o festival Identidade Nacional, com Cidade Negra, Farofa Carioca, Ivo Meireles & Funk’n Lata, Rio Maracatu, MPB Samba e Trilogia Carioca.
•Djavan, no Olimpo, dia 16 de abril
•A partir do dia 22 de abril, mega evento Skol Stage, em seis cidades do Estado do Rio, O Rappa comanda todas as noites e leva convidados especiais.
E viva a cerveja...
quarta-feira, 23 de março de 2005
Let Lenny Rule
Temos perrengue? Temos sim, senhor.
Temos metrô sem segurança e abarrotado de gente? Temos sim, senhor.
Temos pittboys se agarrando e causando (mais) correria, empurra-empurra e confusão? Temos sim, senhor.
Temos mais de duzentos mil malucos que se espremem para ver um cantor gringo do qual mal ouviram falar só porque é de graça? Temos sim, senhor.
Mas quem ama Rock and Roll, e não dispõe de grana para assistir ao Lenny Kravitz no ar condicionado, se sujeita aos maiores sacrifícios em nome desse amor.
Parece que foi ontem que, há catorze anos, eu quase chorei de emoção quando ganhei do meu melhor amigo o álbum “Mama Said”, de um cantor que estava despontando por aqui como uma grande promessa da música mundial (leia-se americana). Já tinha me esquecido de como é emocionante ver um artista reconhecido no mundo inteiro vir ao Brasil e cantar com tanto prazer pra gente (é claro que ele foi muito bem pago pra isso, mas e o romantismo onde é que fica?).
O último show internacional a que assisti na praia foi tão fraco que fiquei com a impressão de que shows na praia são ruins. Mas quando Lenny subiu ao palco da chuvosa Copacabana, na noite de segunda, notei que o meu celular estava vibrando. Tentei atender a ligação e percebi que, na verdade, era o estrondo do baixo e da bateria que causava aquela já esquecida sensação. Eram os acordes do Rock and Roll vibrando na esnobe Av. Atlântica.
O show de duas horas de duração foi impecável. Para meu deleite, Lenny tocou 4 canções do referido álbum: "It ain’t over til it’s over", "Stand by my woman", "Fields of Joy" e "Always on the run" – que, ao soar dos primeiros acordes, foi saudada por um espectador como “aquela música do Slash”(!). Clássicos como "American Woman", "Believe" e "Are you gonna go my way" não foram esquecidos e ainda teve um set totalmente acústico. Mas o que realmente levantou o público foi “a música da propaganda” (os comentários do público leigo são um show à parte...), "Fly Away".
Deve ser muito emocionante tocar para duzentas mil pessoas. Mas deve ser muito mais emocionante tocar para 20 mil que cantem junto com você. Lenny percebeu isso quando tocou a bela "Let Love Rule", seu primeiro grande hit, e, praticamente, teve que implorar para o público cantar junto: sem sucesso. Até para Deus o cara apelou.
A iniciativa de proporcionar shows e eventos culturais gratuitos para o povão é louvável, mas – venhamos e convenhamos – seria muito melhor se o negão tivesse tocado na Praça da Apoteose. Provavelmente, o preço do ingresso não seria tão caro como o de uma casa de show e os verdadeiros fãs do artista teriam prestigiado o evento (muitos desistiram da empreitada prevendo o tumulto que realmente aconteceu). Apesar dos pesares, quem gosta do som e foi ao show, não se arrependeu. Foi um showzão que vai deixar saudades. E let rock rule...
Alguns alertas para os próximos eventos:
•A polícia não deve estar presente para assistir ao show e sim para assistir o público, assim como para intervir nas brigas dos playboys, ao invés de ficar só observando do alto.
•Deveria ser proibido estacionar carros na Av. Atlântica na área do show. Houve momentos em que ocorreram brigas, as pessoas tentavam correr e ficavam presas entre a multidão que se pisoteava e os carros parados na orla, atrapalhando a circulação do público.
•Na ida para o show, as composições do Metrô paravam por, em média, 10 minutos em cada estação, o que aumentava ainda mais a demora, a ansiedade e o desconforto dos que esperavam do lado de fora e dos que se espremiam na sauna do lado de dentro.
•Na hora de ir embora, quem pegou ônibus se deu bem: a quantidade de opções e o número de veículos facilitou a vida de quem precisava acordar cedo para trabalhar no dia seguinte.
Temos metrô sem segurança e abarrotado de gente? Temos sim, senhor.
Temos pittboys se agarrando e causando (mais) correria, empurra-empurra e confusão? Temos sim, senhor.
Temos mais de duzentos mil malucos que se espremem para ver um cantor gringo do qual mal ouviram falar só porque é de graça? Temos sim, senhor.
Mas quem ama Rock and Roll, e não dispõe de grana para assistir ao Lenny Kravitz no ar condicionado, se sujeita aos maiores sacrifícios em nome desse amor.
Parece que foi ontem que, há catorze anos, eu quase chorei de emoção quando ganhei do meu melhor amigo o álbum “Mama Said”, de um cantor que estava despontando por aqui como uma grande promessa da música mundial (leia-se americana). Já tinha me esquecido de como é emocionante ver um artista reconhecido no mundo inteiro vir ao Brasil e cantar com tanto prazer pra gente (é claro que ele foi muito bem pago pra isso, mas e o romantismo onde é que fica?).
O último show internacional a que assisti na praia foi tão fraco que fiquei com a impressão de que shows na praia são ruins. Mas quando Lenny subiu ao palco da chuvosa Copacabana, na noite de segunda, notei que o meu celular estava vibrando. Tentei atender a ligação e percebi que, na verdade, era o estrondo do baixo e da bateria que causava aquela já esquecida sensação. Eram os acordes do Rock and Roll vibrando na esnobe Av. Atlântica.
O show de duas horas de duração foi impecável. Para meu deleite, Lenny tocou 4 canções do referido álbum: "It ain’t over til it’s over", "Stand by my woman", "Fields of Joy" e "Always on the run" – que, ao soar dos primeiros acordes, foi saudada por um espectador como “aquela música do Slash”(!). Clássicos como "American Woman", "Believe" e "Are you gonna go my way" não foram esquecidos e ainda teve um set totalmente acústico. Mas o que realmente levantou o público foi “a música da propaganda” (os comentários do público leigo são um show à parte...), "Fly Away".
Deve ser muito emocionante tocar para duzentas mil pessoas. Mas deve ser muito mais emocionante tocar para 20 mil que cantem junto com você. Lenny percebeu isso quando tocou a bela "Let Love Rule", seu primeiro grande hit, e, praticamente, teve que implorar para o público cantar junto: sem sucesso. Até para Deus o cara apelou.
A iniciativa de proporcionar shows e eventos culturais gratuitos para o povão é louvável, mas – venhamos e convenhamos – seria muito melhor se o negão tivesse tocado na Praça da Apoteose. Provavelmente, o preço do ingresso não seria tão caro como o de uma casa de show e os verdadeiros fãs do artista teriam prestigiado o evento (muitos desistiram da empreitada prevendo o tumulto que realmente aconteceu). Apesar dos pesares, quem gosta do som e foi ao show, não se arrependeu. Foi um showzão que vai deixar saudades. E let rock rule...
Alguns alertas para os próximos eventos:
•A polícia não deve estar presente para assistir ao show e sim para assistir o público, assim como para intervir nas brigas dos playboys, ao invés de ficar só observando do alto.
•Deveria ser proibido estacionar carros na Av. Atlântica na área do show. Houve momentos em que ocorreram brigas, as pessoas tentavam correr e ficavam presas entre a multidão que se pisoteava e os carros parados na orla, atrapalhando a circulação do público.
•Na ida para o show, as composições do Metrô paravam por, em média, 10 minutos em cada estação, o que aumentava ainda mais a demora, a ansiedade e o desconforto dos que esperavam do lado de fora e dos que se espremiam na sauna do lado de dentro.
•Na hora de ir embora, quem pegou ônibus se deu bem: a quantidade de opções e o número de veículos facilitou a vida de quem precisava acordar cedo para trabalhar no dia seguinte.
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